O que dizem proprietários,
educadores e prefeituras
Relatos de quem utilizou os programas da Malaquita Nove para contextualizar cunhagens, documentar acervos familiares e organizar patrimônio municipal.
← Página InicialRelatos sobre os programas
Tenho uma coleção que herdei do meu pai e nunca soube bem o que as peças eram além do que está estampado nelas. A consulta de contexto me deu uma nota escrita de oito páginas explicando por onde aquela moeda circulou e o que ela representava em termos de trocas cotidianas. O mapa de circulação que veio junto foi uma surpresa — não esperava algo assim.
Precisava de material sobre moedas coloniais que tivessem circulado na região de Blumenau antes da chegada dos colonizadores alemães. O Rafael fez a pesquisa e entregou uma nota com citações que pude usar diretamente nas aulas. As questões didáticas que vieram junto foram úteis — algumas ajustei, outras usei como estavam.
Minha família tinha uma coleção de 140 peças que o meu avô reuniu ao longo de décadas. Ninguém sabia direito a história de cada uma. O programa familiar fez a catalogação e gravou as conversas com minha mãe e minha tia. Ver essas histórias transcritas e vinculadas às moedas no álbum foi diferente do que eu esperava — o álbum ficou com cada ramo da família.
O município tinha um acervo numismático em caixas, sem catalogação e sem qualquer referência de onde as peças tinham vindo. O programa municipal organizou tudo isso em cinco meses, entregou um catálogo integrado ao nosso sistema de patrimônio e ainda fez o evento de apresentação ao público. A equipe passou por dois dias de treinamento para continuar mantendo o acervo.
Faço pesquisa sobre comércio atlântico no século XVIII e precisava de uma nota de contexto específica sobre uma cunhagem portuguesa que aparece com frequência nos registros do porto de Desterro. A Malaquita Nove entregou dentro do prazo combinado, com as fontes primárias que eu precisava para citar no meu trabalho.
O que me convenceu foi a parte das conversas gravadas. Minha avó de 84 anos sabe a história de cada peça que meu avô comprou — quando, onde, de quem. Isso nunca estava escrito em lugar nenhum. O programa familiar documentou tudo isso junto com o catálogo. Agora tem registro de verdade.
Três situações em detalhe
Uma família de Joinville herdou 140 peças reunidas por um avô ao longo de quarenta anos. As peças estavam em caixas, sem qualquer catalogação. O conhecimento sobre a coleção vivia na memória de duas pessoas idosas.
Catalogação fotográfica das 140 peças, com medidas e numeração. Conversas gravadas com duas membros da família sobre a história de aquisição das peças mais significativas. Transcrição vinculada ao catálogo.
Catálogo completo com fotografia e transcrições, álbum impresso em três cópias para os três ramos da família, e nota orientando como adicionar novas peças ao registro no futuro.
"O que me surpreendeu foi ter as histórias da minha mãe e da minha tia escritas no mesmo documento que as fotos das moedas. Antes, quando elas fossem embora, aquilo ia junto." — R.F., herdeiro
O município de São José mantinha um acervo numismático não catalogado em reserva técnica. O material estava fora do registro de patrimônio e inacessível para pesquisadores e escolas.
Levantamento e catalogação do acervo completo, pesquisa de contexto histórico local, preparação de texto interpretativo em português e inglês, digitalização em padrão de publicação e integração ao sistema de patrimônio municipal.
Catálogo integrado ao registro municipal, arquivo digital, estudo histórico local, política de acesso para pesquisadores e escolas, treinamento da equipe em dois dias, e evento público de apresentação ao qual compareceram 60 cidadãos.
"O acervo ficou cinco anos em caixas. Em cinco meses estava catalogado, integrado ao nosso sistema e apresentado ao público." — L.P., Secretaria de Cultura de São José
Um pesquisador independente tinha identificado uma moeda portuguesa que aparecia com frequência nos registros do porto de Desterro no século XVIII, mas não encontrava material historiográfico organizado sobre a sua circulação na região.
Consulta de 75 minutos para levantar o que o pesquisador já sabia e delimitar o que precisava. Pesquisa em fontes primárias do Arquivo Público de SC e do Arquivo Histórico Ultramarino. Redação da nota de contexto com mapa de circulação.
Nota de contexto de sete páginas com nove citações de fontes primárias, mapa mostrando as rotas de circulação no litoral sul entre 1740 e 1790, e bibliografia comentada com oito referências.
"Eu precisava de fontes primárias, não de uma opinião. O que recebi foram nove citações verificáveis que entram no meu trabalho diretamente." — T.S., pesquisador
Onde encontrar a Malaquita Nove
Florianópolis – SC, 88010-090
Sábado: 9h às 13h (agendamento)
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